Cancun – O mar é azul, tem shopping e até ruínas por perto!

Sonho de consumo dos brazucas em lua de mel. Alegria dos aniversários de casamento. Balada pros solteiros. Tem Cancún prá todos os gostos…

O que é?

Prá quem já viu episódios do, clássico, Chaves, fica meio sem entender porque lá eles falam tanto de Acapulco e nada de Cancún. Acapulco é/era um balneário típico do pessoal da Cidade do México, já que fica mais próximo da capital (380 km). Cancún fica longe prá burro, mais de 1.500 km de distância.

Nas décadas de 70/80, o governo do México resolveu investir na região com grande potencial turístico. Fez uns hoteis por lá, deu uma infraestrutura e, logo depois, as grandes cadeias se encarregaram de terminar o serviço.

Os americanos, impulsionados por propagandas, começaram a visitar o lugar. Fica relativamente próximo de Miami, mas também não é tão distante do meio do país. Ou seja, geograficamente, é um lugar muito interessante.

Como é?

Existe a cidade de Cancún propriamente dita, que vai até o início do Blv. Kukulcan. O Blv. Kukulcan é onde fica tudo o que é “turístico” em Cancún. É uma Avenida de aproximadamente 20 km de extensão, com praias em ambos os lados e de faixa de terra bem estreita. Ali é que tudo acontece.

O pessoal que opera com turismo ali não aconselha que vamos à cidade de Cancun, fora da chamada “Zona Hotelera”. Dizem que é perigoso. Nós fomos até o Wal Mart de lá e não achamos perigoso. Achamos, sim, pobre e feio. Eles deram uma maquiada na Zona Hotelera, que é um lugar muito aprazível, bonito e aconchegante. Saiu dali, necas.

Onde ficar?

Você muito provavelmente não vai a Cancún fazer turismo sociológico, então quer praia. Neste Blv. de 20 km você certamente vai encontrar uma hospedagem que se enquadre no seu orçamento. Tem hotel prá todo gosto e de todo tipo. O mar será azul para todos!

Já sabendo de tudo isso, a escolha do hotel é ao gosto do freguês. Como a construção começou no início do Blv. Kukulcan, espere encontrar hoteis mais antigos no começo, até o km 6 ou 7. A partir dali começa o fervo, com os restaurantes mais famosos, a Coco Bongo, Señor Frogs e demais casas de shows. Ali, o Blv. faz uma curva e segue em frente. O que significa essa curva?

Significa que os hoteis até ela possuem mar mais calmo e tranquilo, bom para quem quer estilo “piscina”. A partir dali o mar vai ficando mais intenso. Na altura dos kms 12 a 14 (no km 12 está o Shopping La Isla, o mais famoso de lá) o mar é aberto é mais bravo.

Nós ficamos no Marriott, altura do km 14,5. É um excelente hotel, ótima estrutura. Ao lado fica o Hard Rock, hotel de balada o dia todo, mas que não atrapalha quem quer sossego na praia. Antes de ir, já sabia da questão do mar ser mais bravo.

Estes hoteis na parte média para final da Blv. Kukulcan são os mais novos. Vai do gosto do freguês escolher onde ficar.

O que tem prá fazer?

Muitas opções, a maior parte das típicas de praia. Tem o hiper-ultra-power clássico mergulho com os golfinhos (que eu nunca fiz na vida), passeios históricos (Chichen Itzá e Tulum), passeios de barco, snorkel, parques (Xcaret, Xel-Há e Xplor), etc. Além das baladas. Ou seja, dá prá preencher uma semana em Cancún sem marasmo. E dá prá ficar uma semana só no marasmo, curtinho piscina de hotel, serviço de praia e vida boa… Cada um faz o que quiser.

Vou mostrar algumas fotos aqui para o turista entender:

Ah, esqueci de falar que também dá prá casar por lá…

As fotos aéreas e esta piscina com borda infinita são do JW Marriott. Não ganho nada prá falar bem de hotel, mas esse aqui é show de bola!!

Os passeios históricos eu vou deixar para outro post. Os demais podem ser comprados nos shoppings, agências de turismo no Blv. Kukulcan ou mesmo dentro do seu próprio hotel. Nos hoteis, o passeio costuma ser mais caro e é o MESMO que você faria pagando para alguém na rua. Eu indico o Alvaro Tour, que é sempre bem recomendado por brasileiros. Os caras falam um portunhol bem decente e não te enganam com falsas promessas. Lá eles têm tudo para te oferecer.

Precisa carro em Cancún?

Não, os ônibus que atravessam toda a Zona Hotelera são bons. Além disso, é conhecida a fama da polícia mexicana com propinas. Eu aluguei um carro por lá e não fui incomodado, mas sempre andei respeitando os limites de velocidade, até quando isso parecia ridículo. Hoje, não faria isso. O custo do aluguel não é alto, mas o carro ficou mais parado do que em trânsito, segundo o propósito da minha viagem, que era o mais puro ócio.

Além disso, para ir às baladas e restaurantes, se você for beber, não é aconselhável ir de carro. Muitos lugares possuem estacionamentos gratuitos, mas pode ser uma dificuldade parar no Coco Bongo, por exemplo…

E por falar em Coco Bongo…

Este é o ÚNICO passeio que eu recomendo em Cancún. De antemão informo que não gosto de balada, não sou notívago, adoro curtir praia pela manhã e não sou de beber. Mas o lugar é fantástico, muito bonito e diferente. É uma casa de shows, onde há diversas apresentações dos mais diversos artistas. É um lugar muito divertido e único no mundo. Jamais poderia deixar passar.

Seguem as fotos do lugar

Compras

Dá prá fazer compras em Cancun? Até dá, mas não é nada super barato não. É mais em conta que comprar no Brasil, mas isso é mato. Qualquer lugar do mundo é mais barato do que aqui!

No shopping La Isla existem diversas lojas de todos os tipos. Há filiais das de roupas americanas, tênis, etc. Dá prá fazer umas comprinhas, mas o ideal, caso este seja um dos objetivos da viagem, é ir por Miami e comprar umas coisas lá nos EUA.

Curta Cancún, pois é um lugar paradisíaco, que vale cada foto. Difícil é não se apaixonar.

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